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Apesar do imaginário depreciativo que prevalece na sociedade quando o diálogo é sobre meia-idade e fases mais avançadas de vida, é nessa época dos

40 a 50 anos que muitas pessoas conseguem alcançar diversos objetivos, seja através da revisão de antigos desejos ou da aspiração de novas maneiras de experienciar a vida.

Além do amadurecimento emocional e psíquico proporcionado pelo tempo, as mudanças externas, como a partida dos filhos do lar ou a perda de pessoas queridas, fazem emergir uma vitalidade menos fugaz do que a vivenciada na juventude e tomar decisões que antes pareciam muito difíceis, fica cada vez mais fácil.

Esse contexto aliado ao novo padrão de vida da meia-idade (que agora envelhece com mais disposição do que era há 30 anos atrás), impactou na faixa etária das pessoas que buscam realizar procedimentos estéticos. No caso das mulheres, essa mudança é ainda mais visível. De acordo com o último relatório da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), em 2020 a maior parte dos procedimentos cirúrgicos foram realizados em mulheres com idade entre 35 a 50 anos e o mais procurado foi a mamoplastia.

No entanto, além de considerar o benefício da recuperação da autoestima, é necessário também analisar os riscos da mamoplastia para mulheres que optam por operar depois dos 50 anos. Afinal, mesmo com as mudanças no padrão de comportamento, algumas alterações, como a maior flacidez da pele e um maior comprometimento da circulação, são fatores muito relevantes que afetam o pós-operatório.

Existem riscos específicos?

Existem os riscos gerais que podem ser detectados nos exames prévios. O risco cirúrgico deve ser muito bem observado visto que o sistema imunológico fica mais frágil com o passar dos anos. Nesse sentido, por mais que não esteja estabelecida uma idade máxima para a realização da mamoplastia, aspectos como doenças crônicas (diabetes, hipertensão, colesterol alto, histórico de trombose, anemia ou dificuldade em coagulação e cicatrização) podem afetar negativamente a recuperação pós-cirúrgica.

O único fator mais específico, é o fato de não poder combinar dois procedimentos cirúrgicos. Por exemplo: fazer uma mamoplastia redutora e uma abdominoplastia, porque isso aumenta o tempo total da cirurgia, deixando a paciente mais exposta, o que fragiliza ainda mais o organismo da paciente.

Cuidados essenciais

É comum que antes de uma cirurgia plástica o médico cirurgião solicite um check-up para averiguar o estado de saúde dos pacientes. Dessa forma, é possível decidir em conjunto se a cirurgia é viável ou não. Lembre-se, a saúde é o bem mais precioso que você tem!

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